quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

Confissões da madrugada #8 NATAL

Yo minna! Eu juro que no começo do ano eu troco o layout, tá muito obscuro, sei lá.

Talvez eu ainda seja aquela pequena menina que está sentada no sofá da casa dos avôs, risonha, brincalhona, aproveitando o Natal com os primos, ambos felizes. E talvez as pessoas que estejam crescendo e amadurecendo mais rápido e os mais velhos envelhecendo rapidamente. Que bom seria voltar aquele tempo, mais especificamente entre 2003 e 2011. Agora eu tenho certeza que Papai Noel não existe(foi em 2008 u.u), que eu me encarcerei dentro do meu quarto, que meus primos vão virar adultos, formarão suas famílias e farão sua propiás ceias, e eu vou estar com minha taça de vinho olhando para o álbum com as fotos deles e tentando não chorar. O meu desespero está evidente, todos observam, alguns querem que eu me sinta bem, outros apenas acidentalmente pioram. O que fazer quando sua tia fala de você como se fosse uma garota que nunca sai de casa, parecendo com que denominasse com alguma doença psicológica grave em frente a alguns dos seus parentes e vizinhos que conspiram sua vida?
 Talvez eu nunca passe o Natal sozinha, sempre vou arrumar um jeito de ter uma companhia, nem que eu fique com um animal de estimação, e talvez as pessoas nunca deixarão isso acontecer. Mas agora, essas pessoas fazem falta, elas não estão aqui, e quando meus pais infelizmente falecerem, será que eles já vão estar aqui? O que eu queria de Natal esse ano é que eu pudesse falar pessoalmente com cada amigo que tenho ou ente querido distante de mim, mas como sei que é impossível, pedi só que eles ficassem bem. eu não queria nada material, só queria ver eles felizes para eu estar feliz também...

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